Goiânia, 13 de maio de 2008

HOME

ÚLTIMAS
NOTÍCIAS

EDITORIAS
Capa
Opinião
Cidades
Política
Economia
Mundo
Esporte
Magazine

CLASSIFICADOS
Vrum
Lugar Certo

COLUNAS
Giro
Direito e Justiça
Coluna social
- Arthur Rezende
- Spot
Memorandum
Crônicas e
outras histórias

SERVIÇOS
E-mail
Cartas dos leitores
Assinatura
Acontece
Tempo hoje
Na telinha
Cinema
Horóscopo
Guia do Assinante
Central
do Assinante

CHARGE

ESPECIAIS
Minimaratona 2007
Maratoninha 2007
Pensar 2007
Prêmio Propaganda

SITES
OJC
Tv Anhanguera
Goiasnet
Jornal do Tocantins
Fundação J. Câmara
Rede Anhanguera
97FM
Executiva FM

Anuncie

 

>

ANÁLISE

Lei prevê construção de vagas

Carla Borges

Na sessão de ontem da Comissão Especial de Inquérito (CEI) das Escolas Particulares, os donos de colégios repetiram a cantilena sobre o excesso de burocracia por parte da Prefeitura. O mais incrível é que teve sócio de escola dizendo que desconhecia a necessidade de alvará para funcionar. Eles também trocaram farpas entre si, acusando concorrentes de estarem em situação ainda mais irregular.

A lei faz exigências, mas nem por isso pode ser desrespeitada. As escolas que conseguiram a documentação no prazo fixado pela Sefur basicamente juntaram documentos, já que são antigas e não se enquadram nas exigências do novo Plano Diretor – estudos de Impacto de Trânsito (EIT), de Vizinhança (EIV) e, em alguns casos, Ambiental (EIA).

O Plano Diretor prevê a criação de uma vaga a cada 25 metros quadrados de área construída. Antes de abrir as portas, as escolas devem obter a licença para edificação e o uso do solo, ambos pela Seplam. Para conseguirem o uso do solo, devem apresentar os estudos exigidos. A Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) também tem de emitir parecer. Por sinal, pareceres do órgão não foram levados em conta na emissão de licenças de funcionamento e construção.

Anterior | Cidades | Próxima