Goiânia, 13 de maio de 2008

HOME

ÚLTIMAS
NOTÍCIAS

EDITORIAS
Capa
Opinião
Cidades
Política
Economia
Mundo
Esporte
Magazine

CLASSIFICADOS
Vrum
Lugar Certo

COLUNAS
Giro
Direito e Justiça
Coluna social
- Arthur Rezende
- Spot
Memorandum
Crônicas e
outras histórias

SERVIÇOS
E-mail
Cartas dos leitores
Assinatura
Acontece
Tempo hoje
Na telinha
Cinema
Horóscopo
Guia do Assinante
Central
do Assinante

CHARGE

ESPECIAIS
Minimaratona 2007
Maratoninha 2007
Pensar 2007
Prêmio Propaganda

SITES
OJC
Tv Anhanguera
Goiasnet
Jornal do Tocantins
Fundação J. Câmara
Rede Anhanguera
97FM
Executiva FM

Anuncie

 

Petrobras tem lucro de
R$ 6,9 bi no 1º trimestre

Valor alcançado pela Petrobras é 68% superior
ao registrado no mesmo período do ano passado
e 14% acima das previsões do mercado

Rio - A Petrobras surpreendeu o mercado ao anunciar, ontem, lucro líquido de R$ 6,29 bilhões no primeiro trimestre de 2008. O valor é 68% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior e está 14% acima da média das expectativas de corretoras e bancos de investimento ouvidos pelo Grupo Estado. A companhia, porém, sofreu com a defasagem nos preços da gasolina e do diesel - reajustados apenas no dia 1º de março - e teve prejuízo de R$ 566 milhões em suas atividades de refino de petróleo.

O diretor financeiro da companhia, Almir Barbassa, creditou o bom desempenho a fatores como aumento de vendas, de preços e redução de despesas financeiras e operacionais. Mas, na prática, grande parte do aumento de lucro foi provocada por dois fatores pontuais: a menor valorização do real frente ao dólar, que reduziu em R$ 1 bilhão as perdas cambiais; e a contabilização, no ano passado, de perdas de R$ 1 bilhão referentes ao plano Petros, fato que não se repetiu este ano.

Produtos
Mesmo sem ter mexido nos preços da gasolina e do diesel, a Petrobras conseguiu uma elevação de 8% no preço médio dos produtos que vende, que chegou a US$ 93,90 por barril. O aumento é fruto de reajustes em produtos menos populares, como querosene de aviação e nafta, por exemplo. O valor, porém, continua abaixo da cotação do petróleo Brent, que ficou em US$ 96,90 no trimestre.

Receita
Almir Barbassa não quis calcular o impacto que os reajustes teriam na receita da empresa, que foi bastante criticada por manter os preços dos principais produtos em tempos de disparada do preço do petróleo.

Mas o balanço detalhado da empresa dá uma dimensão dos estragos provocados pela manutenção da defasagem dos dois produtos, responsáveis por mais de metade da receita da companhia: a área de abastecimento teve prejuízo de R$ 566 milhões, contra um lucro de R$ 2,126 bilhões no primeiro trimestre de 2007.

O abastecimento é responsável pela compra de petróleo junto à área de exploração de produção e sua transformação em combustíveis, além da importação de derivados que o Brasil não produz em volume suficiente. Segundo a empresa, o petróleo nacional teve uma cotação média de US$ 86,13 por barril, o que deu às refinarias uma margem de apenas US$ 6 por barril. A situação tende a ser revertida com o aumento da gasolina e do diesel. A Petrobras produziu uma média de 2,120 milhões de barris de petróleo equivalente (somado ao gás) no primeiro trimestre. (AE)

¤ LEIA MAIS:

Anterior | Economia | Próxima