Goiânia, 13 de maio de 2008

HOME

ÚLTIMAS
NOTÍCIAS

EDITORIAS
Capa
Opinião
Cidades
Política
Economia
Mundo
Esporte
Magazine

CLASSIFICADOS
Vrum
Lugar Certo

COLUNAS
Giro
Direito e Justiça
Coluna social
- Arthur Rezende
- Spot
Memorandum
Crônicas e
outras histórias

SERVIÇOS
E-mail
Cartas dos leitores
Assinatura
Acontece
Tempo hoje
Na telinha
Cinema
Horóscopo
Guia do Assinante
Central
do Assinante

CHARGE

ESPECIAIS
Minimaratona 2007
Maratoninha 2007
Pensar 2007
Prêmio Propaganda

SITES
OJC
Tv Anhanguera
Goiasnet
Jornal do Tocantins
Fundação J. Câmara
Rede Anhanguera
97FM
Executiva FM

Anuncie

 

Para analistas, plano não corrige infra-estrutura

São Paulo - O pacote de política industrial anunciado ontem pelo governo não atacou os pontos básicos para o deslanche da indústria brasileira, como remoção de obstáculos aos investimentos em infra-estrutura e redução de forma ampla da carga tributária, avaliaram economistas ouvidos.

“Trata-se de um pacote inadequado em relação ao que realmente a indústria precisa para crescer”, afirmou o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale. Ele destacou que, antes de atacar os pontos microeconômicos setoriais, é necessário dar condições básicas para desobstruir os entraves da infra-estrutura, especialmente de transporte rodoviário e marítimo, e diminuir os impostos incidentes sobre a produção. “O enfoque do pacote anunciado é prematuro e pode significar mais gastos públicos porque não existem as condições básicas para impulsionar o crescimento.”

Essa avaliação é compartilhada pela economista-chefe para Brasil do Banco Real, Zeina Latif. “A agenda de política industrial hoje é outra”, disse a economista. Para ela, a indústria precisa agora de políticas horizontais que incluem a redução de carga tributária de forma generalizada. (AE)

Anterior | Economia | Próxima