| CURTAS Morre heroína polonesa do Holocausto
Uma das grandes heroínas polonesas da Segunda Guerra
Mundial, Irena Sendler, que salvou a 2,5 mil crianças judias do gueto de Varsóvia,
morreu ontem, aos 98 anos. Segundo a filha dela, Janina Zgrzembska, Irena estava internada
desde o mês passado em Varsóvia por conta de uma pneumonia.
Assistente social, Irena Sendler trabalhou antes da guerra
com famílias judias pobres de Varsóvia. A partir do outono de 1940, passou a correr
riscos ao fornecer alimentos, roupas e medicamentos aos moradores do gueto instalado pelos
nazistas.
No fim do verão de 1942, Irena, indica ao Nobel da Paz, se
uniu ao movimento de Ajuda aos Judeus. Ela conseguiu retirar de maneira clandestina
milhares de crianças do gueto e as alojava entre famílias católicas e conventos. (Agência
Reuters)
Sérvia reelege Boris Tadic
Os dados oficiais preliminares divulgados ontem pela
Comissão Republicana, com 97,8% das urnas apuradas, confirmaram o resultado da votação
legislativa e administrativa do domingo na Sérvia, com o triunfo do presidente Boris
Tadic.
Os números confirmaram a vitória da lista liberal Por
uma Sérvia européia do presidente Tadic, com 38,75% dos votos e ao menos 102
cadeiras no Parlamento. O Partido Radical conseguiu 29,2% dos votos e 77 cadeiras, e o
Partido Democrático da Sérvia (conservador) do primeiro-ministro Vojislav Kostunica
obteve 11,34%, ou seja, 30 cadeiras. (Agências Internacionais)
Reconhecimento - A organização
humanitária das Avós da Praça de Maio da Argentina foi confirmada oficialmente ontem
como candidata ao Prêmio Nobel da Paz 2008, por sua luta para restituir a identidade de
cerca de 500 crianças seqüestradas na última ditadura (1976/83). Somos mulheres
comuns, entre milhares de mulheres argentinas que não abaixam a cabeça diante de
situações desesperadoras, afirmou Estela Carlotto, presidente da organização, ao
agradecer a nomeação. Estela é uma das dirigentes humanitárias mais respeitadas do
país. (Agências Internacionais)
Cuba- O Ministério de Informática e
Comunicações de Cuba descartou ontem a abertura da internet à população no curto
prazo, depois que o presidente, Raúl Castro, autorizou há pouco mais de um mês a venda
dos computadores. O vice-ministro primeiro do ministério, Ramón Linares Torres,
reconheceu que essa reforma abriu uma expectativa sobre o que vai acontecer com o
desenvolvimento da informática em Cuba. Indicou, no entanto, que não vai mudar
quanto a conexão dos cubanos. Continuará havendo a falta de recursos para tornar o
serviço mais amplo, disse. (Folhapress) |